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11 de jan. de 2026

TOTALITARISMO – Pedro Luso de Carvalho

 


Psicodrama 1965 - VII Bienal de São Paulo - Pedro Escosteguy
Aqui: Das Artes



TOTALITARISMO

        Pedro Luso de Carvalho



Não ao controle do Estado,

um homem só não é o povo,

o poder nasce com o voto,

conclamava Hannah Arendt.


O norte é a liberdade,

dizia sempre a filósofa,

do totalitarismo vítima,

diante do horror nazista.


Estado é para servir,

povo é o centro de tudo,

com a chama da liberdade,

segurança para o povo.


Liberdade é a semente,

semente jogada na terra,

semente que germinará,

sob vigilância de todos.




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4 comentários:

  1. Un poema magnífico y trascendente.
    Excelente e intenso.
    Feliz domingo.
    Un beso.

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  2. Amigo Pedro, boa noite de domingo!
    Não podemos baixar a guarda de viagar nosso Brasil como um todo.
    Um poema comprometido.
    Tenha uma nova semana abençoada!
    Abraços fraternos

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  3. Pedro,

    teu poema é bem direto!
    Ele convoca a memória histórica para lembrar que liberdade não é concessão, é fundamento. Ao trazer Hannah Arendt, o texto ganha densidade ética e nos recorda que o totalitarismo começa sempre quando o poder se afasta do povo e se concentra em um só.

    Gosto especialmente da imagem da liberdade como semente: frágil à primeira vista, mas capaz de germinar quando cuidada e vigiada coletivamente. Teu poema não grita alerta. E esse alerta, hoje, é essencial.


    Abraço
    Fernanda

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Pedro Luso de Carvalho