Psicodrama 1965 - VII Bienal de São Paulo - Pedro Escosteguy
Aqui: Das Artes
TOTALITARISMO
– Pedro Luso de Carvalho
Não ao controle do Estado,
um homem só não é o povo,
o poder nasce com o voto,
conclamava Hannah Arendt.
O norte é a liberdade,
dizia sempre a filósofa,
do totalitarismo vítima,
diante do horror nazista.
Estado é para servir,
povo é o centro de tudo,
com a chama da liberdade,
segurança para o povo.
Liberdade é a semente,
semente jogada na terra,
semente que germinará,
sob vigilância de todos.
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Un poema magnífico y trascendente.
ResponderExcluirExcelente e intenso.
Feliz domingo.
Un beso.
Amigo Pedro, boa noite de domingo!
ResponderExcluirNão podemos baixar a guarda de viagar nosso Brasil como um todo.
Um poema comprometido.
Tenha uma nova semana abençoada!
Abraços fraternos
Profundo poema. Te mando un beso
ResponderExcluirPedro,
ResponderExcluirteu poema é bem direto!
Ele convoca a memória histórica para lembrar que liberdade não é concessão, é fundamento. Ao trazer Hannah Arendt, o texto ganha densidade ética e nos recorda que o totalitarismo começa sempre quando o poder se afasta do povo e se concentra em um só.
Gosto especialmente da imagem da liberdade como semente: frágil à primeira vista, mas capaz de germinar quando cuidada e vigiada coletivamente. Teu poema não grita alerta. E esse alerta, hoje, é essencial.
Abraço
Fernanda