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| Congresso Nacional - Brasília / Brasil |
ANALFABETOS NO BRASIL
- Pedro Luso de Carvalho
O homem tenta esconder a mágoa,
mas o olhar denuncia a lágrima,
ele está junto ao tabelião,
que lhe mostra onde assinar.
Ele não sabe assinar o nome,
e a mágoa sentida não passa,
é um dos tantos analfabetos,
nove milhões de almas na sombra.
O analfabetismo vai mais longe,
anda junto com a exclusão,
falo dos que sabem muito pouco,
quarenta milhões presos na névoa.
Brasil, inclua os excluídos,
inclusão é justiça social,
a exclusão é um rio sem margens,
um pássaro com asas quebradas.
________________//_______________

Que bonito lo dices. Un poema social que denuncia la exclusión de los más desfavorecidos, en este caso las personas que son analfabetas. Como tú muy bien dices, la exclusión es un río sin riveras que se extiende por todos los lugares.
ResponderExcluirUn gusto la lectura Pedro.
Un abrazo.
Um dos grandes problemas que Portugal durante a longa ditadura.
ResponderExcluirUm abraço
Um olhar critico mestre sobre a realidade estampada na nação, que parece nçao sensibilizar os togados, ou mesmo lhes apraz manter estes olhos cegos da sabedoria, da oportunidade de questionar, de pensar e ser como outros. Os números assustam e revoltam, pois sabemos, que muitos projetos poderiam ser analisados e colocados em prática, mas nada se faz. Não interessa a inclusão, manter a cegueria em milhões facilita a manipulação e o cabresto.
ResponderExcluirLamentavel o linfografico de analfabetismo.
Abraços e que a semana seja leve amigo.
Tra analfabeti invisibili e ali spezzate, questo testo ricorda che l’esclusione non è un destino, ma una ferita che una società giusta deve saper guarire.
ResponderExcluirUn caro saluto
Una crítica excelente Pedro.
ResponderExcluirLas dictaduras nos enferman.
Feliz día Pedro.
Un abrazo
Amigo Pedro, bom dia de Paz!
ResponderExcluir"O olhar denuncia a lágrima".
Näo só no analfabetismo, mas em muitos pontos...
Um poema sentido
Tenha dias abençoados!
Abraços fraternos
Un poema que nos denota un problema que en ciertas partes del mundo nos encontramos como una rara avis, pero como reflejas hay algunos.
ResponderExcluirEn España cuando estudiaba en el colegio nos decían que hace cien años el analfabetismo era muy grande, pero en una ocasión encontramos un censo del año 1909 de toda provincia de Palencia y nos llevamos una sorpresa cuando vimos que muy pocas personas no sabían leer y escribir.
Saludos.
É dureza essa realidade dolorosa, essa barreira que impede o exercício da cidadania e da dignidade.
ResponderExcluirO "olhar que denuncia a lágrima" diante do tabelião, revela o tamanho da humilhação a quem foi privado do direito de ler e escrever.
Potente a seu poema. Potente essa denúncia social.
Parabéns, amigo Pedro!
Um abraço,
Oi, Pedro! Um poema doloroso, mas necessário. É inadmissível um país como o Brasil ter gente analfabeta. Isso é uma vergonha nacional sem tamanho, não? É revoltante. Um abraço!
ResponderExcluirEs un placer leer un poema tan realista y significativo.
ResponderExcluirUn tema relevante que has sabido reflejar muy bien.
Un beso.
Feliz mes de Mayo.
Tudo tem seu endereço e esse perverso plano,
ResponderExcluirIdeológico e insano, pôs o país do avesso.
Há que haver um recomeço também a educação.
Pôr o Freire no lixão e voltar ao bê-á-bá
Com a doutrinação pra lá e a disciplina em ação.
O teu poema cala fundo e diz
Da exclusão do ser a depender
Do poder do Estado feito um ser
Que não chegou a ser um aprendiz
Mas “massa de manobra” como quis
A vil esquerda que aparelhou tudo.
Mas tudo passará e eu não me iludo,
O fim dos tempos já chegou à porta.
Novos tempos virão e o que conforta
É que o ensino obtuso, fique agudo.
‘
Abraços fortes e fraternos. Laerte Tavares
Olá, Pedro.
ResponderExcluirQue poema tão verdadeiro! Não é admissível que o Brasil tenha ainda tantos milhões que não saibam ler mas o pior ainda é outros tantos estudantes analfabetos funcionais, que não conseguem entender o que leem. Onde o Brasil pretende chegar com esse nível de educação?
Pedro bom dia, aqui no Brasil há muitos analfabetos, e muitos são ignorados, essa é uma situação triste, Pedro feliz sexta-feira abraços.
ResponderExcluirPedro, concordo com cada palavra que você disse.
ResponderExcluirEles têm voz, só que não queremos ouvi-los. Na maior parte das vezes, o resto da sociedade evita compromissos, principalmente se isso significar pagar impostos.
Tenha um ótimo fim de semana! 😘
Um poema triste e verdadeiro, Pedro
ResponderExcluirSão muitos os que tem" asas quebradas" e não conseguem voar.
Deixando um abraço e votos de boa semana ,amigo.
Boa tarde Pedro,
ResponderExcluirUm poema magnífico sobre um tema que faz doer o coração.
Muito triste, que nos dias de hoje, ainda haja tantas pessoas sem saber ler e escrever.
Que em breve essa situação possa se inverter, para bem dos próprios e para o desenvolvimento do País!
Beijinhos e um ótimo fim de semana.
Emília
Pedro:
ResponderExcluirla pobreza está muy unida al analfabetismo. Hay que seguir combatiéndolos.
Abraço.
Caro Pedro
ResponderExcluirO analfabetismo é na verdade uma cegueira em vida.
Olhar para um papel escrito e não saber o que nele
representa os símbolos é na verdade uma tristeza sem
igual. Não saber escrever o nome outra infelicidade.
O seu poema põe a nu esta situação da qual nem sempre
nos lembramos.
Boa semana, amigo.
Abraço
Olinda