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20 de jun. de 2026

MORALIDADE – Pedro Luso de Carvalho

 

René Magritte - O Filho do Homem / 1964



MORALIDADE

   – Pedro Luso de Carvalho



Não sou a moralidade do mundo

cada pessoa cuida de si mesma;

cada um com os próprios cuidados

com o peso que suportam seus ombros.


As pessoas podem cometer erros

mas para muitos isso pouco importa,

viram os rostos diante dos seus erros

e fazem das vítimas seus algozes.


Não sou a moralidade do mundo

e que a denúncia não parta de mim,

eu não venho aqui para denunciar

diante da luz e da sombra observo.


E que tudo possa ser ajeitado

embora aqui haja tanta desordem,

ninho de corrupção e corruptos

erva daninha na vida do povo.




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Um comentário:

  1. Caro amigo Pedro,
    Seria muito bom se tivéssemos bons políticos no mundo, que realmente se preocupassem com o povo e não com ganhos próprios ou guerras. A corrupção é um câncer que corrói o sistema e afunda os países na crise. Belo poema meu amigo, muito atual e necessário.
    Um abraço!

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Meu abraço a todos os amigos.

Pedro Luso de Carvalho