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| René Magritte - O Filho do Homem / 1964 |
MORALIDADE
– Pedro Luso de Carvalho
Não sou a moralidade do mundo
cada pessoa cuida de si mesma;
cada um com os próprios cuidados
com o peso que suportam seus ombros.
As pessoas podem cometer erros
mas para muitos isso pouco importa,
viram os rostos diante dos seus erros
e fazem das vítimas seus algozes.
Não sou a moralidade do mundo
e que a denúncia não parta de mim,
eu não venho aqui para denunciar
diante da luz e da sombra observo.
E que tudo possa ser ajeitado
embora aqui haja tanta desordem,
ninho de corrupção e corruptos
erva daninha na vida do povo.
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Caro amigo Pedro,
ResponderExcluirSeria muito bom se tivéssemos bons políticos no mundo, que realmente se preocupassem com o povo e não com ganhos próprios ou guerras. A corrupção é um câncer que corrói o sistema e afunda os países na crise. Belo poema meu amigo, muito atual e necessário.
Um abraço!