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| Barbecue a Paris - Juarez Machado / Brasil |
OS PODEROSOS E O POVO
– Pedro Luso de Carvalho
Esse homem do povo pode pouco,
se é que pode alguma coisa,
já que ele pensa que nada pode,
mas sente que tudo está perdido.
O homem do povo vê barreiras,
pois há poderosos diante dele,
que podem desviar a luz do sol,
eles são juízes e políticos.
Poderosos ignoram o povo,
melhor será estar longe dele,
que saiba encontrar seu lugar,
não seja no topo da pirâmide.
Mais poder para os poderosos,
entre eles tudo se resolve,
dos inimigos fazem amigos,
e nessa união ficam mais ricos.
O caminho do povo é outro,
com os impostos para pagar,
sustenta políticos e juízes,
e vive com o pouco que sobra.
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Hola Pedro, el título ya lo dice todo.
ResponderExcluirHay quien apoya y quien no, desavenencias y conflictos.
Feliz viernes Pedro.
Un abrazo
Un popolo che cammina in salita, mentre le ombre del potere si allungano, ma non spengono la sua voce.
ResponderExcluirUn caro saluto
As pessoas vivem com o pouco que lhes resta, e aqueles que são ricos hoje certamente não o fizeram por meio de trabalho árduo.
ResponderExcluirNova Tirinha Publicada. 😼
Abraços 🐾 Garfield Tirinhas Oficial.
Aplausos pelas verdades bem expostas em tua linda poesia! É fooooooooooogo! abração, lindo fds! chica
ResponderExcluirPois é, meu caro amigo Pedro, o sol brilha sempre para os poderosos.
ResponderExcluirAo homem do povo, a sombra; as migalhas.
Será que um dia vamos libertá-lo das sombras?
Ah, haveremos de libertá-lo para que não o vejamos perdido, ainda não perdi a esperança..
Um belo poema, como sempre, "martelando" as ideias de uma sociedade mais justa.
Um grande abraço, caro amigo!
Sim Pedro você tem razão, os poderosos ignoram o povo, precisamos está longe deles, desejo um ótimo final de semana abraços.
ResponderExcluirUn poema muy bueno.
ResponderExcluirSiempre profundas y muy realistas tus letras.
Te deseo un feliz fin de semana.
Un beso.
ResponderExcluirOlá, amigo Pedro.
Poema muito oportuno e assertivo. Infelizmente, é a realidade que nos cerca.
Gostei bastante.
Votos de um feliz fim de semana, com tudo de bom.
Abraço de amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Os poderosos ignoram o povo. Não querem saber das necessidades que têm. Não querem olhar como têm frio e fome, como têm filhos a quem falta tudo.
ResponderExcluirMuito sensível o seu poema, meu amigo Pedro.
Tudo de bom.
Um beijo.
Amigo Pedro, boa noite de Paz!
ResponderExcluirOs poderosos sâo terríveis, não nos dão sossego. Viajam pela prepotência e deixam um lastro de desamor.
Tenha dias abençoados!
Beijinhos fraternos
Un poema de bella ejecución en que nos muestras la realidad de los poderosos ante el pueblo.
ResponderExcluirSaludos.
Hola Pedro, muy cierto lo que dice tu lindo poema. El pueblo es el que paga las consecuencias cuando los políticos solo miran para su bolsillo, y de lo prometido no hay nada. Todos los poderosos se unen cuando hay de donde sacar aunque perjudiquen al pueblo.
ResponderExcluirInteresante tu poema.
Un cálido abrazo y que tengas una buen fin de semana.
Saludos.
ResponderExcluirCon Juarez Machado, la Vida, la Buena Vida, hace que deslicemos nuestra mirada hacia el Pueblo.
No hemos cambiado tanto. Nada hay nuevo bajo el sol.
O que pode o povo contra os poderosos, caro mestre Pedro?
ResponderExcluirE hoje comemorando o fim do Salazarismo, sabemos o que pode o povo, se como apoio ser acordado, das artimanhas dos poderosos.
Belo grito pelo povo rasgando os ternos e togas, mal utilizados.
Esta terra ainda vai tomar seu ideal amigo.
Um abração e bom domingo de feliz semana para você e Taís.
Caro Pedro
ResponderExcluirBelo poema que nos fala das desigualdades que grassa pelo
mundo, uns com muito e outros, os pobres, com muito pouco.
Que passe dias felizes junto aos seus, amigo.
Abraço
Olinda
Uma bela forma de comemorar o 25 de Abril e o seu significado.
ResponderExcluirAbraço, boa semana
This is such a powerful and beautiful poem. Thank you so much for sharing!
ResponderExcluirOlá, amigo Pedro.
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar uma boa semana, com tudo de bom.
Abraço de amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
The more power politicians have in their hands, the less they do for the people. Similarities with others, for politicians, are reflections in a mirror.
ResponderExcluir(ꈍᴗꈍ) Poetic and cinematic greetings.
Olá, Pedro ótimo poema que nos faz refletir muito, abraços
ResponderExcluirPedro, teu poema reflete bem o nosso ajuste social. O brasileiro está sempre pronto a permitir todas as mordomias dos poderosos que elegem. Quando vão descobrir que o verdadeiro poder está com o povo?
ResponderExcluirCaro amigo e exímio poeta Pedro Luso,
ResponderExcluirDe fato, causa tristeza, revolta e até atos de
neurastenia, constatarmos o desprezo dos
poderosos que aproveitam a falta de coragem
ou impossibilidade dos pobres para reagirem e
tomar decisões e assim, continuam com suas
prepotências e abusos, fazendo valer o seu
poderio em meio à miséria e à dor principalmente
daqueles aos quais falta até mesmo o necessário
para a sobrevivência.
O seu poema oportuno e belo evidencia com o brilho
e a competência poética que lhe faz meritosamente o
imperador da poesia contemporânea, o descalabro de
tanta falta de solidariedade.
Meus efusivos parabéns por mais esse monumental
e preciso versejar.
Receba o meu abraço cordial e que a semana lhe seja
repleta de bons fluídos, alegria e paz.
Pedro,
ResponderExcluirÉ sempre uma alegria
vir aqui e ler seus versos sempre
compostos diante da
genuína inspiração.
Bjins
CatiahôAlc.
Como diz a música de Zeca Afonso , Os vampiros : "Eles comem tudo, eles comem tudo e não deixam nada"
ResponderExcluirExcelente poema , Pedro Luso.
Palavras que tocam e acertam fundo.
Gostei muito.
Abraço e brisas doces ***
Has descrito en tu magnífico poema una gran verdad. El poder emponzoña todo lo que toca. Es una espiral del sistema que nos atrapa sin piedad.
ResponderExcluirSaludos.
Pedro:
ResponderExcluirlos poderosos siempre encuentran los medios para aprovecharse del pueblo, siempre, por desgracia.
Salu2.