OS ESQUECIDOS
- Pedro Luso de Carvalho
Brasil, teus filhos dormem na rua,
esses prisioneiros da miséria,
nódoa da injustiça social,
e que denuncia a vergonha.
Brasil, teus filhos dormem na rua,
dormem sobre calçadas imundas,
corpos estendidos no cimento,
cobertos por trapos eles dormem.
Brasil, teus filhos dormem na rua,
eles chegam de todas as partes,
e se espalham pela cidade,
vão para becos e ruas mortas.
Brasil, teus filhos dormem na rua,
esperança não é para eles,
eles passarão fome e frio,
e na morte uma vala comum.
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Linda poesia ,tema real e infelizmente, são tantos e tantos há muitos anos assim! Pena! abraços, chica
ResponderExcluirProfundo y desgarrador poema de una realidad que a veces tomamos con indiferencia. Te mando un beso.
ResponderExcluirAmigo Pedro, boa noite de domingo!
ResponderExcluirCada vez mais tenho visto o aumento de pessoas nas ruas, sem dignidade alguma, é uma tristeza imensa.
Não sei onde acabou a miséria, eu não vejo...
Tenha dias novos abençoados!
Abraços fraternos
Felizmente essa é uma realidade completamente ausente em Macau.
ResponderExcluirAbraço, boa semana
Un grido poetico duro e necessario che denuncia l’ingiustizia sociale trasformando la strada in un luogo di vergogna collettiva.
ResponderExcluirBuona settimana Pedro
Hola Pedro. En Brasil y en cualquier lugar del mundo cada vez hay más personas durmiendo a la intemperie, tapados como tu bien dices con cualquier cosa cuando hace frío. Pero muchos de estos mendigos se niegan a dormir en los albergues donde por lo menos tienen una cama, y no se porque serán que se nieguen a ir, pero desde luego es una tristeza verlos por las calles.
ResponderExcluirUna triste realidad en tu hermosa poesía.
Un abrazo Pedro y que tengas un buena semana.
Boa tarde, amigo Pedro.
ResponderExcluirPoema poderoso e sentido. Retratando a triste realidade que nos cerca e nos dói.
Curiosamente, o meu poema de hoje fala da mesma realidade.
Gostei bastante deste seu belo poema.
Deixo os votos de uma boa semana, com tudo de bom.
Abraço de amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Un bello poema dedicado a esas personas que pasan desapercibidas en las aceras y otros lugares de las ciudades de todo el mundo. Y como nos dices en tu final nadie les va a despedir en su ultimo viaje.
ResponderExcluirSaludos.
Pedro,
ResponderExcluirSeus versos são uma
oração e um grito em favor
dos que precisam e devem
ser lembrados.
Lindos e sentidos versos.
Bjins de uma ótima semana.
CatiahôAlc.
Uma triste realidade da vida urbana.
ResponderExcluirAlguns deles, lamentavelmente, acostumam-se com a situação e negam-se a procurar albergues, pra não terem que seguir regras.
Uma boa semana.
Un poema muy bueno que transmite una realidad muy triste.
ResponderExcluirMe da mucha pena cuando veo a personas en esa lamentable situación.
Un beso.
Um grito lírico com um forte sentido social!
ResponderExcluirTão importante não calar as vozes que clamam por um futuro melhor para os humanos!
Infelizmente, existem por muitas cidades...Lisboa, por exemplo.
Um abraço amigo
Olá Pedro
ResponderExcluirUm poema dolorosamente necessário. A repetição do verso 'Brasil, teus filhos dormem na rua' funciona como um martelar na consciência de uma sociedade que muitas vezes escolhe a invisibilidade para não encarar suas próprias feridas. É uma crítica social poderosa que transforma o papel da poesia em um espelho da realidade mais cruel do nosso país. Impactante e urgente.
Um abraço
These are sincere and necessary words, because it is so sad the social inequalities that still exist in all corners of the world.
ResponderExcluir(ꈍᴗꈍ) Poetic and cinematic greetings.
💋Kisses💋
Bom dia, Pedro
ResponderExcluirPoema reflexivo. A realidade dos moradores de rua são cruéis, que a igualdade social seja alvo da sociedade. Um forte abraço.
Querido Pedro Luso,
ResponderExcluirSeu poema não é apenas um texto é um grito social em forma de verso. Ele dói, incomoda, sacode consciências. Ao repetir “Brasil, teus filhos dormem na rua”, você constrói um refrão que martela a realidade, como se quisesse impedir os olhos que aqui passam de seguir indiferente.
A força do poema está justamente na simplicidade dura das imagens: calçadas imundas, corpos no cimento, trapos, becos, valas comuns. Não há enfeite, não há idealização da miséria há denúncia. E isso torna o poema ainda mais precioso.
Você também acerta ao personificar o país como pai ausente. Quando chama esses homens, mulheres e crianças de “teus filhos”, você desloca a responsabilidade: não é um problema distante, é uma ferida nacional, coletiva, que expõe a falência da justiça social e da dignidade humana.
O verso “esperança não é para eles” é especialmente cruel não pela escrita, mas pela verdade que carrega. Ele nos obriga a olhar para o abandono estrutural e para a normalização da desigualdade.
Seu poema cumpre um papel essencial da arte: dar voz ao que é silenciado e transformar indignação em palavra viva. É um texto que não pede palmas, pede consciência.
Parabéns pela coragem, pela sensibilidade social e pela poesia que não foge da realidade.
Um abraço solidário e respeitoso,
Fernanda
Infelizmente, essa triste realidade para que nos alerta acontece por todo o mundo.
ResponderExcluirÉ um verdadeiro flagelo social.
Abraço de amizade.
Juvenal Nunes
Uma realidade triste. Um alerta social. Uma forma de denúncia.
ResponderExcluirUma boa semana, meu Amigo Pedro.
Um beijo.
Boa tarde, amigo Pedro.
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar uma feliz semana, com tudo de bom.
Abraço de amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Tu poema es un grito para dar voz a los marginados y pobres de la vida. Ocurre a nivel mundial.
ResponderExcluirTriste, muy triste...
Abrazo.
Boa tarde Pedro
ResponderExcluirUm poema duro e necessário, que repete como um refrão incómodo uma realidade que muitos preferem não ver.
A anáfora de “Brasil, teus filhos dormem na rua” funciona como denúncia insistente, quase acusatória, obrigando o leitor a encarar a miséria como responsabilidade colectiva.
Versos simples, directos, sem ornamentos, reforçam o impacto social do texto e a sua urgência humana.
Um grito poético que não pede piedade, pede consciência.
Com uma mensagem poderosa.
Boa semana com saúde e paz.
Deixo um beijo
:)
O abandono é algo terrível, tanto para humanos quanto para animais.
ResponderExcluirNova tirinha publicada. 😺
Abraços 🐾 Garfield Tirinhas Oficial.
Olá, amigo Pedro.
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar um bom fim de semana, com tudo de bom.
Abraço de amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Pedro:
ResponderExcluiruna triste estampa que se repite en todos sitios, por desgracia.
Abraço.
Meu amigo Pedro,
ResponderExcluiré muito triste esta realidade. Sabemos, contudo, que tem nome e sobrenome.
E este país de dimensão continental e com as oligarquias que tomam conta dos seus territórios com mãos de ferro pouco coisa sobra para se cuidar da desigualdades sociais. O resto já sabemos.
Mas é preciso denunciar sempre e não percamos a esperança de um dia mudar esta triste realidade.
Um bom domingo, meu amigo Pedro!