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| Van Gogh 1890 - Velho Triste / Museu d' Orsay - Paris |
AINDA A LIBERDADE
- Pedro Luso de Carvalho
Vejo telhados daqui do monte,
as pessoas estão lá embaixo,
sob esses tetos que imagino,
privados de sua liberdade.
As ideologias são amarras,
elas são laços que aprisionam,
liberdade ainda mais distante,
ditadores fazem suas vítimas.
A história mostra tristes marcas,
marcas que não serão apagadas,
Stalin e o stalinismo,
liberdade manchada de sangue.
Liberdade agora e sempre,
que Stalin fique na história,
exemplo de terror e crueldade,
lá na antiga União Soviética.
__________________//__________________

Um poema-denúncia, para que não se esqueça a História!
ResponderExcluirPlenamente de acordo.
Um beijo
Liberdade acima de tudo e cheeeeeeeeeeeeeeeeeega de mimimis e ideologias, de uma vez por todas! AFFFF... Linda poesia e bela pintura do velho triste! abração, chica
ResponderExcluirAmigo Pedro, boa noite de paz!
ResponderExcluirA liberdade tão cerceada nos dias atuais necessita de libertação, está aprisionada com seres sem piedade, sem compaixão, sem empatia com ninguém;
Tenha dias abençoados!
Abraços fraternos
Querido Pedro,
ResponderExcluirescreves a liberdade não como conceito abstrato, mas como ferida aberta na história humana. O olhar do alto do monte é simbólico: quem observa de longe consegue enxergar as amarras que muitos carregam sem perceber.
O poema denuncia com sobriedade, sem gritos, mas com peso. Ao lembrar Stalin e o rastro de sangue deixado pelo totalitarismo, o texto cumpre um papel essencial: preservar a memória para que o horror não se repita travestido de novas ideologias.
É um chamado à vigilância da consciência. Porque a liberdade não se perde de uma vez ela vai sendo retirada aos poucos, em nome de promessas falsas.
Teu poema não é apenas político, é intenso. E isso o torna necessário.
Abraço
Fernanda
Profundo y melancólico poema. Te mando un beso.
ResponderExcluirYour poem captures the weight of history and the longing for freedom so powerfully. The way you contrast the view from the hill with the harsh realities below makes the message both vivid and haunting.
ResponderExcluirOlá, amigo Pedro.
ResponderExcluirPoema intenso e poderoso. Onde fala da liberdade, ou a falta dela.
Nada pior do que estar preso a ideologias ou religiões. Onde a liberdade de pensar e agir pela sua própria cabeça, está condicionada, pela densidade doutrinária que lhe imposta.
Nunca ninguém é verdadeiramente livre, quando não pensa pela sua própria cabeça, e não anda pelos seus próprios pés.
Gostei bastante deste poema, estimado amigo Pedro.
Votos de um bom fim de semana, com tudo de bom.
Abraço de amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
ResponderExcluirEvoca con chiarezza come il potere e il terrore abbiano soffocato la libertà.
Buon fine settimana Pedro
Pedro:
ResponderExcluira liberdade, sempre precisamos de mais liberdade. Toda liberdade é pouca!
Abraço grande!
Creo que no deberíamos olvidad personajes como este que nos nombras, que con esta o contraría ideología sembraron muerte y destrucción a su paso, para no volver a sufrir lo mismo. Aunque según parece la especie humana es capaz de tropezar en la misma piedra mas de mil veces.
ResponderExcluirSaludos.
Es un poema magnífico y lo has expuesto de manera brillante.
ResponderExcluirTe deseo un fin de semana muy feliz.
Como siempre, muy grato leerte.
Un beso.
Ah, liberdade, eterna vigilância,
ResponderExcluirQue tentam nos tirar ao dividir.
Porém o brasileiro é um vizir:
Com majestade hilária de elegância.
Faz piada de tudo e nessa instância,
Goza do alheio, a nos fazer sorrir.
A ideologização lá no porvir
Será uma excrescência em ressonância.
Robespierre, togado, algum dia
Irá à guilhotina qual Maria
Antonieta. Se repete a história.
E, a “Liberdade, mesmo que tardia”,
Virá com a luz do sol que alumia
A eterna vigilância por vitória.
Abraço fraterno a ti, amigo Pedro Luso e à Tais
O seu poema aviva a labareda da liberdade, esta chama vacilante, este sopro que parece extinguir-se em alguns sítios. A história está vigilante para que não esqueçamos suas lições. E o seu poema cumpre este papel ao fazer a denúncia e alerta para que não nos percamos nos seus labirintos.
ResponderExcluirUm grande abraço e um domingo de sol.
Ah, liberdade, eterna vigilância,
ResponderExcluirQue tentam nos tirar ao dividir.
Porém o brasileiro é um vizir:
Com majestade hilária de elegância.
Faz piada de tudo e nessa instância,
Goza do alheio, a nos fazer sorrir.
A ideologização lá no porvir
Será uma excrescência em ressonância.
Robespierre, togado, algum dia
Irá à guilhotina qual Maria
Antonieta. Se repete a história.
E, a “Liberdade, mesmo que tardia”,
Virá com a luz do sol que alumia
A eterna vigilância por vitória.
Abraço fraterno a ti, amigo Pedro Luso e à Tais
Cada vez mais ameaçada em todo o Planeta.
ResponderExcluirVive la liberté!
Abraço, boa semana
Ideologias são na maioria das vezes nocivas, dividem, ao invés de impulsionarem o progresso coletivo.
ResponderExcluirCordial abraço, Pedro.
A liberdade e um bem supremo, coisa que os ditadores abominam.
ResponderExcluirExcelente poema, gostei imenso.
Boa semana.
Um abraço.
Estaline foi, sim um ditador execrável ,que nem Lenine queria ver no poder.
ResponderExcluirAgora há um outro em construção nos EUA.
Abraço, boa semana.
Boa tarde Pedro
ResponderExcluirUm poema directo e consciente, que cruza o olhar humano com a memória histórica.
A liberdade surge aqui como valor frágil, constantemente ameaçado por ideologias e poderes opressores.
Destaco a clareza da mensagem e a coragem de nomear a história sem rodeios, lembrando que a poesia também pode e deve ser voz de alerta e memória.
Boa semana com saúde e harmonia.
Deixo um beijo
:)
Venho deixar um desejo de dias tranquilos.
ResponderExcluirBeijo
Boa noite, amigo Pedro.
ResponderExcluirPassando por aqui, relendo este excelente poema que muito gostei, e desejar um feliz fim de semana, com tudo de bom.
Abraço de amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Beautiful blog
ResponderExcluirPlease read my post
ResponderExcluirMuito bem escrito, amigo. Parabéns.
ResponderExcluirCom o fim do acordo nuclear, todos nos tornamos escravos novamente, e não apenas prisioneiros da tirania.
ResponderExcluirNova tirinha publicada. 😺
Abraços 🐾 Garfield Tirinhas Oficial.
Olá, prezado Pedro Luso.
ResponderExcluirA sua estupenda poética faz com que a sua legião
de privilegiados leitores não só fique maravilhada
com o esplendor de sua inspiração invulgar, mas
também enseja pensar sobre o valor da liberdade, e
o quanto é triste a observância dessa mesma
liberdade ser ameaçada pela insanidade opressora
dos poderosos, e atemoriza saber o que poderá
advir de agora em diante, com o fim do acordo nuclear.
Que tristeza!
Os poetas podem colaborar no sentido de alertar a
população a respeito de barbáries como essa, e a sua
bela mensagem deixa exemplos disso, razão pela qual
você merece ainda mais aplausos.
Com grande admiração parabenizo-lhe com votos de
ótimo domingo e uma semana de grandes realizações
com saúde e paz, de Araçatuba até as maravilhas da
sua Porto Alegre.
Fraternal abraço.
O nosso sonho maior mora numa liberdade, que sabemos sempre ameaçada. Seu poema vem critico das ações que horrorizaram a humanidade, que derrubadas ainda deixam rastros perigosos à nossa liberdade.
ResponderExcluirA poesia tem este nobre papel caro Pedro.
Abraços e uma feliz semana para vocês.
Gostei de reler o seu excelente poema.
ResponderExcluirTenha uma ótima semana caro Pedro.
Um abraço.
Bom dia Pedro,
ResponderExcluirExcelente Poema sobre a Liberdade, que muitos ainda subestimam com as suas opressões sobre o povo.
No mundo atual ainda há memória de povos oprimidos e cujos rastos deixaram muitas feridas.
Beijinhos e boa semana.
Emília
A História sempre trouxe ao mundo ditadores que nos privam da liberdade. Poema, grito, ou denúncia. Gostei, meu Amigo Pedro.
ResponderExcluirUma boa semana.
Um beijo.
Olá, amigo Pedro.
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar uma feliz semana, com tudo de bom.
Abraço forte de amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
Uma preciosa reflexão, Pedro! Seus versos me fizeram lembrar do Cântico Negro de José Régio.
ResponderExcluir"Vem por aqui- dizem-me alguns com olhos doces,
Estendendo-me os braços, e seguros
De que seria bom que eu os ouvisse
Quando me dizem: vem por aqui!
(...)
Não, não vou por aí! Só vou por onde
Me levam meus próprios passos
Se ao que busco saber nenhum de vós responde,
Por que me repetis: vem por aqui?"
Gosto deste poema porque traz a rebeldia diante das amarras tão sutis que as ideologias nos interpõe. Precisamos estar atentos, e teus versos nos trazem esta reflexão!
Um abraço!
Hoje há a Federação Russa, mas a situação em nada mudou.
ResponderExcluirAbraço de amizade.
Juvenal Nunes
Las ideologías campan a sus anchas por el mundo haciendo mucho más a sus habitantes.
ResponderExcluirEse poema tuyo nos trae la esperanza de ser libres, el mayor don posible.
Gracias, Pedro.
"Libertas Quæ Sera Tamen"...
ResponderExcluirTem uma pizza quentinha batendo na porta. Você prefere mussarela ou pepperoni? rsrsrsrs
Nova tirinha publicada. 😺
Abraços 🐾 Garfield Tirinhas Oficial.