GUERRA, A ESTUPIDEZ HUMANA
– Pedro Luso de Carvalho
O tempo pouco ensinou ao homem,
séculos e séculos passaram,
e a estupidez ainda presente,
sempre pronto para novas guerras.
Não é crime matar na guerra,
crime será fugir da batalha,
descumprindo ordem superior,
ordem para matar o inimigo.
Na guerra o monstro vira herói,
e é recebido com aplausos,
e poderá ser nome de rua,
ou busto na praça principal.
Bala para o peito dos jovens,
dinheiro para outros bolsos,
os espertos sobreviverão,
esses homens serão os heróis.
É clara a estupidez humana,
ter a guerra como solução,
a guerra nada resolverá.
Há sangue na bandeira da paz.
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Linda poesia e claríssima, evidente cada vez maior a estupidez humana ! Triste isso e parece não acabar! Mentes podres que prejudicam o mundo! abraços, chica
ResponderExcluirO mundo está um lugar complicado. Vivemos um retrocesso, parece que a humanidade não aprendeu o essencial
ResponderExcluirBoa semana.
Profundo poema de una realidad desgarradora. Te mando un beso.
ResponderExcluirBoa noite caro mestre.
ResponderExcluirUm poema sentido e que traduz a toda estupidez de governantes e ainda há, quem aplaude, estes talvez sejam piores.
O sangue mancha a historia da humanidade cada vez mais distante do sonho de viver como humanos. Tem uma musica que fala que com A escreve arma e amor, com B escreve bala e bola e C escreve casa e cela. Violencia calma.
Belo trabalho critico com sua arte das palavras.
Meu abraço e admiração na arte.
Chegámos ao cúmulo de ter um estúpido que quer um Nobel da Paz por estimular guerras.
ResponderExcluirAbraço, boa semana
Questa poesia denuncia con amarezza il ciclo infinito della violenza umana, mettendo a nudo il paradosso di una società che glorifica come eroi chi uccide, mentre la guerra resta solo uno strumento di profitto che macchia di sangue ogni speranza di pace.
ResponderExcluirBuona settimana
Amigo Pedro, bom dia de paz!
ResponderExcluirNunca vi tanta estupidez, estão loucos para colocar o mundo todo na guerra e mostrar poder de armas, acabar com a humanidade.
Vamos poetizando para aliviar um pouco nossa alma.
Tenha uma semana abençoada!
Abraços fraternos
Estoy de acuerdo con lo que nos dices en tu poesía sobre las guerras, mas si las guerras son como la que sufrimos en España hace 90 años. En esa guerra, seguro hubo mas, se de dos hermanos que les toco luchar uno en cada bando.
ResponderExcluirSaludos.
Querido amigo Pedro, sempre iremos ouvir, ver, perceber que não haverá jamais a paz que desejamos, guerras sempre existiram e vão continuar, que triste, que pena que é assim, que pena!
ResponderExcluirAmei ler teus versos, sua sensibilidade que toca aos que pensam a mesma coisa!
Deixo aqui um ótimo domingo de Páscoa pra toda a sua família!
Pois é, caro amigo, como retrocedemos ou quanto retrocedemos.
ResponderExcluirNa Idade Média vivia-se melhor. Os poderosos de plantão querem tomar conta do mundo e tudo indica que vão fazê-lo ou chegaremos a uma hecatombe.
É esperar...
Um grande abraço, caro amigo Pedro.
No has podido reflejarlo mejor con tus sabias letras.
ResponderExcluirEs una cruda realidad.
Un poema espléndido.
Un beso.
Feliz semana.
Faço minhas as suas palavras!
ResponderExcluirBjxxx,
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Pedro:
ResponderExcluirsangre en la bandera de la paz, qué terriblemente cierto.
Abraço.
Boa tarde Pedro
ResponderExcluirO poema constrói uma crítica lúcida e incisiva à banalização da guerra, expondo a inversão de valores que transforma violência em heroísmo e obediência em virtude cega.
Com linguagem clara e tom quase sentencioso, revela-se um olhar desencantado sobre a persistência da estupidez humana ao longo dos séculos.
O verso final, particularmente forte, condensa a ironia central do texto, deixando no leitor um eco inquietante e reflexivo
Boa Semana Santa.
;)
Boa tarde Pedro,
ResponderExcluirUm poema magnífico que fala da estupidez humana, que tem vindo a crescer!
Mentes doentes que à custa da morte e da destruição enchem seus egos doentios e seus bolsos de dinheiro manchado de sangue.
Tudo muito triste. Tudo muito lamentável.
Não sei onde o mundo vai parar!
Amigo, desejo-lhe uma santa e feliz Páscoa , assim como a toda a sua Família.
Beijinhos,
Emília
A natureza humana parece que regrediu. Anda fanática da violência e do poder.
ResponderExcluirO seu poema é muito oportuno.
Uma boa Páscoa, com amor, saúde e paz.
Um beijo.
É duro falar mais a humanidade é estúpida, pra quer essas guerras, isso só destrói o mundo, Pedro passando pra desejar uma feliz Páscoa bjs.
ResponderExcluirPrezado amigo e poeta Pedro Luso.
ResponderExcluirO seu versejar é dos mais belos e reflexivos.
Contém verdades irrefutáveis e leva os seus
privilegiados leitores a pensar com mais
profundidade sobre o quanto estamos longe
de reconhecer que as guerras são o ápice da
"estupidez humana".
Os donos das guerras não compreendem a
inutilidade de tamanha selvageria e se esquecem
de que terão o mesmo triste fim imposto a tantos
irmãos, pois o juiz mais severo que existe é a
própria consciência.
O último verso fecha com "chave de ouro", mais
essa pérola poética e corrobora ser você o imperador
da poesia contemporânea.
Meus efusivos aplausos, forte abraço, saúde, paz
e tenha uma Páscoa abençoada e feliz.
Triste conclusão ,Pedro
ResponderExcluirUm poema coerente com tudo que estamos sentindo diante
do que presenciamos. Grande abraço, amigo e boa e feliz Páscoa .
Olá, Caro Pedro
ResponderExcluirNada mais verdadeiro. Caminhamos a passos largos para o desastre,
com cabeças ocas que só têm o tino no poder seja ele qual for.
Desejo-lhe uma Páscoa Feliz, junto à família.
Abraços
Olinda
"Não jogues o Sagrado ao vento com palavras fúteis.
ResponderExcluirSeja o Sagrado!"
P elo Amor derramado
A paz, enfim, reinou
S ó nos resta o Amado
C om todo esplendor
O sol nos vem calado
A contemplar tanto Amor
(Rosélia Bezerra)
Deixe que o Amor seja sua oração.
(Osho)
Feliz e Abençoada Pascoa, Amiga!🌻🙏
Very profound and touching poem, Pedro. Happy Easter to you.
ResponderExcluirPalavras profundas e tão verdadeiras, a guerra é mesmo uma estupidez humana. Dói a alma, ver o homem tudo destruir com as guerras, infelizmente vigora a lei da frieza, da indiferença e do poder.
ResponderExcluirUm poema sublime!
Meu amigo, uma doce e feliz Páscoa 🐰🐣 para si e toda a sua família.
Um grande abraço
Oi, Pedro! É muito triste ver pra onde a humanidade está indo, não? Só ladeira abaixo e não vemos sinais, tampouco perspectiva de mudança do jeito que está atualmente, contudo a esperança é a última a morrer. Quem sabe um dia haja paz pros povos no planeta Terra. Excelente seu poema. Um abraço e Feliz Páscoa pra ti e toda sua família!
ResponderExcluirCaríssimo amigo Pedro Luso,
ResponderExcluirA guerra é a instância da loucura
Em que a nobre e santa criatura
Estranhamente perde o seu uso
De sua razão e o ódio que é obtuso
Impera nos domínios da razão,
Se estabelece a louca confusão
No degradante campo da vileza
E trevas, onde não há uma luz acesa,
Fazendo que um irmão mate outro irmão.
Fraternos e fortes abraços a ti e aos teus. Laerte.
Passando para desejar uma boa Páscoa!
ResponderExcluirBjxxx,
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We want peace!
ResponderExcluir🐰 HAPPY EASTER! And may the spring that has arrived (here) fill our lives with colors and aromas.
(ꈍᴗꈍ) Poetic and cinematic greetings.
A guerra é mesmo a coisa mais estúpida que há.
ResponderExcluirExcelente poema, gostei muito das suas palavras.
Caro amigo, tenha uma boa semana.
Um abraço.
Olá, amigo Pedro.
ResponderExcluirPoema muito oportuno e realista sobre os efeitos violentos da guerra.
Por experiência própria, revejo-me na integra neste seu poema.
Também passei por uma guerra estúpida, sem razão para existir. A Guerra colonial portuguesa. Onde estive obrigatoriamente durante dois anos. Felizmente, graças ao 25 de Abril de 1974 terminou. No entanto, apesar disso, os traumas da guerra nunca desaparecem completamente de nós.
Esperemos que terminem rapidamente, para bem da humanidade.
Deixo os votos uma boa semana, com tudo de bom.
Abraço de amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com
This poem speaks volumes about the cost of human folly.
ResponderExcluirI will never know how men can see the wisdom in a war.
Um tratado sobre a estupidez da guerra, este seu poema, meu amigo!
ResponderExcluirCaloroso abraço , bom Abril !
Quem deveria ir pra guerra são os próprios que a convocam, na esmagadora maioria das vezes, os políticos. As batalhas deveriam ser travadas no deserto, apenas entre os exércitos inimigos, sem derramamento de sangue inocente.
ResponderExcluirFica aqui a minha sugestão e um forte abraço, Pedro.
Olá Pedro, ótima reflexão...exatamente tudo isso, abraços!
ResponderExcluirLa estupidez humana no tiene fin. Tu poema es un grito al mundo.
ResponderExcluirLas guerras son el drama de la estupidez humana.
¡Malditas guerras!
Y malditos los seres que las provocan.
Saludos.
Olá, Pedro. É um prazer ter encontrado seu blog.
ResponderExcluirA humanidade está se tornando cada vez mais desumanizada.
Os objetivos das guerras nunca podem ser a busca pela paz. Estamos testemunhando a violação flagrante do direito internacional. Elas são motivadas unicamente pelo desejo de enriquecimento desenfreado. O mundo precisa de mais poesia e filosofia para ajudá-lo a pensar.
Saudações da Espanha.
Olá, amigo Pedro.
ResponderExcluirPassando por aqui, para desejar um bom fim de semana, com tudo de bom.
Abraço de amizade.
Mário Margaride
http://poesiaaquiesta.blogspot.com
https://soltaastuaspalavras.blogspot.com