>

20 de nov de 2016

[crônica] PEDRO LUSO – A franqueza







[ESPAÇO DA CRÔNICA]


         A FRANQUEZA
                       – PEDRO LUSO DE CARVALHO


Algumas crianças aprendem com seus pais, em casa, a fazer uso da franqueza. Na escola, algumas delas veem que seus colegas usam dessa suposta franqueza, para dizerem tudo o que querem dizer. Acontece que nem toda a criança se acostuma quando pais ou colegas lhe chamam a atenção de forma direta, por atos que praticaram.
Muitas pessoas, que aprenderam com os pais e colegas de escola a usar da franqueza, seguirão vida afora usando-a; mais tarde passam essa aprendizagem para seus filhos; estes farão o mesmo, isto é, passarão igualmente para os filhos, criando um círculo vicioso da franqueza, até que, em alguma geração, alguém corte esse mal.
Por isso vemos na vida em sociedade adultos dizendo o que pensam sobre os atos de pessoas, sem que lhe peçam opinião. Quando essas pessoas francas se sentem no direito de opinar, vão fazendo grandes estragos durante suas caminhadas, com amizades desfeitas, demissões no trabalho, casamentos que são desfeitos etc.
Um exemplo desse ato de franqueza: um homem e sua mulher são recebidos pelo casal anfitrião para um jantar. Após jantarem, o convidado diz que não gostou do jantar nem do vinho. Isso foi dito assim, na cara dos anfitriões. Logo após o homem diz, apontando para algumas obras de arte: “Não gosto dessas pinturas.”
Enquanto escrevo, lembro-me de Ariano Suassuna, nosso talentoso romancista, quando disse, na conferência sobre literatura proferida no Senado da República, que nada o faz mais impaciente que a opinião que lhe é dada sem que a peça. Disse mais Suassuna: “Quem quiser falar mal de mim que fale, mas não na minha frente.”
De onde vem o ímpeto, essa liberdade que alguém tem para dizer tudo o que pensa de outra pessoa, que não lhe pediu sua opinião? De mente saudável certamente não será. Sempre vi na franqueza dessas pessoas o sentimento de inveja; não vi opinião, mas agressão disfarçada em crítica positiva ou conselho às pessoas que têm talento.





  *    *    *



40 comentários:

  1. Gostei muito. parabéns

    Beijos e um excelente Domingo.

    http://coisasdeumavida172.blogspot.pt/

    ResponderExcluir
  2. Admiro a franqueza, mas em certas situações a boa educação impõe limites.

    Bom domingo :)

    ResponderExcluir
  3. Amigo Pedro, boa cronica por aqui, concordo com o fato de que, pessoas que dizem francamente coisas depreciativas umas das outras, com certeza são as invejosas e recalcadas, pois mesmo que tenhamos de dizer francamente o que pensamos, isso quando nos pedem a opinião, podemos dizer sem magoar!
    A educação é tudo, pois opiniões divergem mesmo, saber respeitar é um dom precioso!
    Amei ler aqui, muito bem escrito como sempre!
    Abraços apertados!

    ResponderExcluir
  4. Abençoada semana! Beijos

    ResponderExcluir
  5. Em tudo vale o bom senso... grande Suassuna!
    Um abraço

    ResponderExcluir
  6. Vamos a ver si soy capaz de dar mi opinión porque creo que este blog plantea temas para debate, es decir que acepta diferentes formas de pensar.

    La franqueza es, en mi opinión, encomiable porque sabes que esa persona no oculta su manera de pensar. Cuando afirma, hay que creerlo, y cuando niega, tambien. Otra cosa es que la persona franca esté en posesión de la verdad, que todo lo que diga sea irrefutable, que posea la verdad absoluta, que sea lo suficientemente delicado como para callarse cuando no sea correcto lo que tiene que decir. La mala educación no es franqueza. En España solemos decir: "El que siembra vientos, recoge tempestades".


    Lo que voy a contar ahora es algo real. Le pregunté a mi yerno si podría contar con él para realizar la calibración del monitor para fotografía y que si estaba dispuesto, cuándo podría venir a casa porque la tarea es complicada y llevará su tiempo. A continuación añadí: si no es posible, dímelo.

    Bien. No está educado para ser sincero. En principio, no se negó... pero en algunos minutos encontró la manera de hacerme ver que no quería. Cómo? Planteando una solución que hacía inviable el tiempo que habría que dedicarle a esta tarea. Hay que comprender y respetar sus razones, la violencia a la que yo le sometí pidiendo, sin tapujos, lo que necesitaba. Aceptando que podía negarse. Me dolió más esta forma de proceder que si me hubiera dicho con franqueza que no disponía de tiempo y que él no confiaba en poder realizar esta tarea.

    Creo que me he explicado porque hay que reconocer que hay personas que confunden franqueza con grosería y otras, en las que, desgraciadamente para ellos y para quien tienen que soportarles, quieren "castigar" con sus malos juicios a los demás.

    El tema que has planteado, está lleno de interés y daría para entrar en muchas consideraciones. Todo lo dicho no es otra cosa que mis opiniones y que, a estas alturas de mi vida, no entran en ninguna clase de conflicto con lo que puedan pensar otras personas. Si molesto, la verdad, no es mi intención. Agradecería que lo tuviera en cuenta. Quedo a la espera del próximo e interesante tema que no dudo podré volver a leer en este blog y en un idioma que cada vez voy comprendiendo mejor.

    Saludos afectuosos. Franziska

    ResponderExcluir
  7. Creo que hay que ser muy cauto con la franqueza. No se puede decir todo lo que uno piensa porque podemos herir a los demás. Si alguien nos pide nuestra opinión, sí hay que ser franco, pero también hay que saber decir las cosas con diplomacia.
    Abrazos, Pedro.

    ResponderExcluir
  8. Texto muito oportuno, Pedro, pois ha vários tipos de franqueza e passo a explicar, na minha opinia, claro. Considero-me uma pessoa franca e sempre usei dessa franqueza em casa com os meus filhos. Isto quer dizer que sou sincera e essa sinceridade junto dos meus filhos contribuiu para que eles, ainda hoje sejam sinceros connosco e nos falem abertamente sobre os seus problemas, dúvidas m sucessos etc. Quando me pedem a opinião e sei que essa pessoa quer mesmo saber o que penso, eu digo com toda a franqueza o que acho; quando sei que do outro lado está alguém que não quer a minha opinião sincera, fujo di assunto e digo que não sei. Tenho por costume, quando sou convidada a casa de alguém nunca me manifestar sobre a comida, sobre a casa, ou qualquer outra situação semelhante, a não ser que me perguntem. " Visita diz sempre que a comida está boa, que a casa é muito bonita, etc, etc, " Quando recebo alguém e quero saber se a comida estava boa peço à minga filha que prove e aí sei de certeza se ficou gostosa ou não. ? Aliás, penso que o que interessa é o convivio, a confraternização entre amigos e estar preocupado em elogiar comida ou casa, acho que se está a desvalorizar o mais importante que é o gosto da pessoa em promover um encontro agradável entre amigos. Franqueza muitas vezes é má educação porque vem de uma pessoa mal educada; quem tiver educação vai saber usar a franqueza com o devido equilibrio. A mim custa-me muito dizer uma coisa e pensar outra, mas, quando não posso ser franca, prefiro ficar
    calada. Ser franco não nos dá o direito de arrasar, por exemplo, com a auto estima das pessoas. Franqueza e educação têm que caminhar de mãos dadas. Beijinhos, Pedro e fica bem, especialmente com saúde. Até...
    Emilia
    em. "

    ResponderExcluir
  9. Con tanta "sinceridad" estimado Pedro, tendríamos muchas más guerras que las que ya hay.

    Saludos desde la orilla del río Mapocho.

    ResponderExcluir
  10. Olá Pedro uma boa noite para uma semana proveitosa.
    A franqueza crua e nua soa como falta de educação.
    Meu pai tinha um ditado que dizia, que quem fala muito dá bom dia a cavalo, entendia o que ele queria dizer e os cavalos estão soltos amigo.Penso que já ouvi ou li o nosso Suassuna falando sobre esta ação.
    O nosso mundo já é por demais violento e a franqueza vem com uma pitada muito forte de violentar os sentimentos.
    Fujamos deles.
    Um abraço amigo

    ResponderExcluir
  11. Que tema ótimo!

    Pedro, essa franqueza tão correta, essa verdade intransponível de alguém que solta sua opinião - que muitas vezes nem foi pedida -, jamais será bem-vinda. Se essa franqueza 'absoluta' vier para intrigar e ofender, para desmerecer ou mesmo, dissolver uma amizade, uma união afetiva, ou a harmonia familiar que se cale, que omita, não diga. Não há necessidade de sermos tão francos. Uma pessoa franca demais sempre é pernóstica. Há coisa pior para se conviver?
    Aprendi que omitir não é mentir. Não me orgulharia em dizer que sou muito franca, prefiro dizer que tenho bom senso. Que penso um pouquinho antes de dizer algo que poderá causar grande estrago em nome de tão grandiosa franqueza.

    Beijinhos - daqui do lado.

    ResponderExcluir
  12. A las personas que empiezan a sacarte defectos con un: “Te seré sincero…”, mejor apartarlas de tu camino. Además de profundas carencias de educación, su problema suele ser la envidia..
    Un saludo

    ResponderExcluir
  13. Pedro, boa tarde. Há pessoas que confundem a falta de educação com a franqueza. Devemos ser francos com os amigos que nos pedem a opinião sobre qualquer coisa. O resto faz parte do recato que devemos aos outros...
    Gosto dos problemas que sugere para reflexão.
    Uma boa semana.
    Beijos.

    ResponderExcluir
  14. Pedro,

    Concordo com você, os invejosos usam da crítica agressiva,
    do mesmo jeito da dificuldade da generosidade do elogio,
    anunciando a sua pequenez na falta de elegância.
    Acredito na existência da sinceridade (que eu prefiro),
    mas uma sinceridade com elegância e generosidade.
    Apreciei muito a citação do querido Ariano Suassuna (Paraibano
    mais Pernambucano, um patrimônio cultural da minha terrinha
    Recife...).

    Admirável sempre a sua literatura, Pedro.
    Abraço.

    ResponderExcluir
  15. E' sempre un gran piacere soffermarsi sulle tue pagine, Pedro
    Buona settimana e un saluto,silvia

    ResponderExcluir
  16. Ser sincero sin ofender con lo que se dice puede ayudar muchas veces.
    Un abrazo

    ResponderExcluir
  17. Eu aprecio a franqueza quando ela é usada na hora e na medida certa. Que ela não seja uma desculpa para a grosseria e a desfeita, jamais!

    ResponderExcluir
  18. Boa noite Pedro! É muito interessante o seu texto, pois é importante saber distinguir a franqueza da má educação! Sou apologista que se deve dizer sempre a verdade, mas jamais sou adepta da grosseria e da agressividade! beijinhos Serena

    ResponderExcluir
  19. Boa noite Pedro.
    Acho que devemos criar nossos filho, sobrinhos etc. Sempre com a verdade. Se dermos educação com certeza absoluta eles saberam seres franco sem maledicência. O que observei com os convidados foi falta de educação, movido provavelmente por inveja. Eu particularmente não gosto de tecer opinião. A não ser em casos onde vidas inocentes estão em riscos. Nem caso deixo tudo de lado em pró no bem esta deles. Fora isso raramente dou conselhos. Pois se de certo é so alegria e se de errado uma responsabilidade muito grande. Mas lógico tem exceções. Enfim meu amigo admiro pessoas realmente francas, mas não invejosas e maldosas onde mentem dizendo que estão sendo sinceras, mas na verdade sendo venenosas Pessoas dessas eu fujo rsrs. Enorme abraço.

    ResponderExcluir
  20. Olá Pedro,
    Vi que está seguindo o meu blog "Poesia nunca é demais". Obrigada.
    A simpatia que tenho pela Taís, posso dizer que é extensiva a você.
    E sobre esta sua postagem, concordo integralmente com a Taís.
    Franqueza demais esconde agressividade, autoritarismo e inveja... e como disse Anatole France,
    o talento é o que mais incomoda.
    Bjs.

    ResponderExcluir
  21. Amigo Pedro tenho a impressão que fiz asneira no meu comentário anterior por isso aqui vai um novo comentário.
    Ainda não tinha pensado neste tema da franqueza, mas estou de acordo com o texto que acaba da melhor maneira e que diz tudo "Sempre vi na franqueza dessas pessoas o sentimento de inveja; não vi opinião".
    Um abraço e boa semana.
    Andarilhar

    ResponderExcluir
  22. Refefletivas palavras e de forma interpretativa vária.
    Concordo como o que o meu amigo escreve, se bem que será quase sempre melhor que nos sejam ditas as coisas na cara em detrimento das costas, mas que não seja por motivos de invejas...
    Abraço

    ResponderExcluir
  23. Boa tarde, Pedro,
    como sempre excelente crônica, tema próprio para certas reflexões.Às vezes, não nos damos conta de que a franqueza nem sempre é bem- vinda, pois na maioria das vezes vem para ferir, humilhar.Que direito temos nós em opinar na vida alheia?
    Gostei muitíssimo de sua citação do Suassuna:“Quem quiser falar mal de mim que fale, mas não na minha frente.”
    Parabéns, pela sua escrita, como sempre nota máxima.Abraço!

    ResponderExcluir
  24. Amigo, de "Franco", bastou o generalíssimo facista, a Espanha que o diga. Agora... franco também tem outros significados além da antiga moeda francesa. Para meu pai, franco era o mão aberta e bom anfitrião: O fulano me foi muito franco, serviu-me vinho do porto e outras iguarias... Mas usar de franqueza para humilhar ou ofender não dá!...
    Ficou muito boa sua crônica, irmão! Parabéns! Abraços. Laerte.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Esse é o poeta Laerte Tavares, com o seu blog (novo) intitulado SILO LÍRICO, onde vem publicando alguns poemas de sua autoria. Quem sabe venha a publicar, mais tarde, alguns dos poemas que compõem alguns de seus livros, dentre eles “Canoas, ventos e mares”, com poemas em décimas. Não custa lembrar. Obrigado pela visista, amigo. Grande abraço.

      Excluir
  25. Olá Pedro. Um tema muito bem abordado.
    Acho que algumas pessoas dizem certas coisas negativas não por serem sinceras, mas para atingir o sucesso do outro mesmo. Talvez seja inveja, realmente, ou falta de noção, falta de educação, ou por pura maldade.

    ResponderExcluir
  26. Pelo desculpa por chegar tão tarde, mas não foi por falta de atenção,
    mas por peripécias domésticas...

    Pretensa franqueza sem educação é uma grosseria difícil de qualificar!
    A sua conclusão, condensada no último parágrafo, está ótima. Subscrevo-a.
    A franqueza - quando realmente necessária - exige uma enorme dose de delicadeza e sensatez.
    Excelente crónica, Pedro.
    ~~~ Abraço ~~~~~~~~

    ResponderExcluir
  27. Uma bela crônica . Creio que a franqueza é um hábito que as pessoas adquiriram por se sentirem melhor que as outras. Não percebem que possuem uma grande dose de inveja. É uma pena que assim seja.
    Um abraço.

    ResponderExcluir
  28. Excelente abordagem do tema, penso que muitas vezes as pessoas confundem as coisas, no caso do homem dizer que não gostou do jantar e ainda, apontar o seu parecer sobre as obras de arte, foi pura arrogância, as palavras ditam num rompante podem causar estragos irreversíveis.
    Parabéns pela crônica.
    Boa tarde.

    ResponderExcluir
  29. Uma crónica espetacular.
    Concordo plenamente, a franqueza dessas pessoas é sim um reflexo de inveja e frustações.
    Um abraço
    Maria

    ResponderExcluir
  30. Não poderia ser mais eloquente em sua ponderação nesta crônica espetacular e tem a minha concordância. Franqueza é sinônimo de um caráter invejoso
    Um abraço Pedro

    ResponderExcluir
  31. Oi Pedro,
    Franqueza ao elogiar uma peça teatral e se alguém perguntar: gostou? Uma mentirinha dessa não é pecado: ADOREI
    Estou no minicontista2.
    Beijos
    Lua Singular

    ResponderExcluir
  32. Olá, Pedro
    Achei a sua crónica muito interessante.
    A franqueza é muito bonita, sim, mas a Dona Prudência aconselha a que a usemos com discernimento.
    Quando a franqueza serve para humilhar o próximo... é melhor manter a boca fechada.
    Continuação de boa semana.
    Beijinhos
    MARIAZITA / A CASA DA MARIQUINHAS

    ResponderExcluir
  33. Boa noite amigo Pedro:
    Para tudo na vida é necessário moderação, boa educação e principalmente respeito.
    A franqueza ou melhor, a sinceridade (gosto mais desta palavra), e aqui concordo em absoluto com o seu texto, só deve ser dada quando nos é pedida senão é intromissão.

    Um beijinho

    ResponderExcluir
  34. Penso ci siano persone che senza ragionare, solo per essere al centro dell’attenzione, dicono qualsiasi cosa gli venga in mente. Non sono solo maleducate, sono stupide.
    Buona giornata
    enrico

    ResponderExcluir
  35. Una cosa es la franqueza y otra, muy distinta, la buena educación.
    Mis padres me han enseñado a no mentir y tengo por orgullo el ser sincera, pienso que, en toda relación que se precie, la sinceridad debe ser un pilar importante.
    Pero jamás se me ocurriría despreciar una comida que me ofrecen con todo cariño y dedicación, es más, aunque no me gustase nada, al final le daría las gracias a la anfitriona por invitarme y dedicarme su tiempo.
    Mucho menos, me atrevería a dar una opinión negativa cuando, como dice el refrán: NADIE ME HA DADO VELA EN ESTE ENTIERRO.
    Cariños y buen fin de semana.
    Kasioles

    ResponderExcluir
  36. Una reflexión interesante, Pedro. Quizá la franqueza no es tal en determinados momentos, que como bien indicas, puede ser agitada por un sentimiento de envidia o simplemente de mala educación. Ser sinceros es sano, pienso, pero nunca para hacer daño a otros, cuando al fin sólo es una opinión propia, que puede estar infundada en la negación al otro, o la oscura envidia.
    Este texto me lleva a valorar lo que comentas de las familias. Es importante no educar de forma "toxica" a nuestros hijos, porque es lo que aprenderán.
    Un abrazo y buen fin de semana para ti y los tuyos.

    ResponderExcluir
  37. Com franqueza, acho que cheguei à meta tarde e a más horas. Mesmo assim...

    Gostei da crónica que deveria ser de leitura obrigatória para muita boa gente.
    E que me diz da calamidade social dos filhos de "filhos da mãe" ausentes e dos que nada têm para dar em termos de educação?
    Abraço.

    ResponderExcluir
  38. Pedro, aprecio a franqueza, porém o problema é que as pessoas tem disfarçado grosserias e chamado isso de franqueza. Franqueza é algo muito bom, e como vc pontuou, quando algo é pedido. Acredito que com a criação das redes sociais, as pessoas perderam a eira e a beira. Todos acham-se doutores de alguma coisa. É preciso tato, isso é fato. Acredito que o tipo de franqueza a qual você se referiu no texto também está ligada a pessoas negativas, que não aprenderam a colocar uma mordarça na boca. Esse tipo de gente é IMPOSSÍVEL de agradar. Só vai cortando da vida mesmo!

    Ótima reflexão!
    http://vivendolaforanoseua.blogspot.com/

    ResponderExcluir
  39. Existem formas... e formas de se dizerem as coisas...
    E realmente, dependendo das circunstâncias e do modo como as coisas são ditas... excesso de franqueza... poderá mesmo ter o intuito de agressão! Concordo na integra!!!
    Mais uma crónica fantástica, com um tema belíssimamente exposto!
    Abraço! Bom fim de semana!
    Ana

    ResponderExcluir

LOGO O SEU COMENTÁRIO SERÁ PUBLICADO.

OBRIGADO PELA VISITA.

PEDRO LUSO